quinta-feira, 5 de julho de 2012

Wiki

Wiki é um termo designado para aplicações web colaborativas, que permitem a edição coletiva de suas informações.

Wiki no ambiente escolar:
  • Estimula o trabalho coletivo e a reflexão, pois é necessária a discussão antes de fazer modificações;
  • Permite a construção de pesquisas, crônicas, dicionários, poesias, textos;
  • Divulgação de projetos desenvolvidos na instituição;
  • O trabalho pode acontecer entre professor/professor, professor/aluno e entre alunos e professores de outras instituições.

Características da Wiki:
  • Facilidade de acesso e edição;
  • Guarda históricos das alterações;
  • As edições podem ser feitas por um grupo restrito de usuários;
  • Permite que o visitante comente sobre o que está sendo construído.

Wiki no ensino:
Experiências bem sucedidas que merecem destaque no uso do wiki dizem respeito às pesquisas escolares elaboradas coletivamente. Para tal, com um tema elaborado – e que desafie o aluno – juntamente com o incentivo do uso da “página de discussão” antes das edições, pode trazer muitos resultados, entre os quais destacamos:
  • Inibe a técnica do “copia-e-cola”, e auxilia o aluno no trabalho de pesquisa e leitura;
  • Ensina a trabalhar coletivamente, através da necessidade de discussão antes de realizar alterações;
  • Através de um cadastro (que deve ser simples e rápido, ou automático e integrado às contas dos alunos), permite um maior controle sobre quem colaborou e como, e há um incentivo maior à participação de todos, além de ajudar a evitar (não consegue impedir) – a concentração dos trabalhos em grupo nas mãos de poucos.


Criando Wikis
Temos diversos softwares gratuitos que podem ser usados para a criação de wikis.
Entre eles citamos: 


PBworks Tutoriais Aqui



Referências:
NOGUEIRA, Vanessa Dos Santos. Wiki na educação. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/educacao/wiki-na-educacao.htm>. Acesso em: 05 jul. 2012.


PASTI, André. Wiki e a aplicação no ensino. Disponível em: <http://www.futuroprofessor.com.br/wiki-e-ensino>. Acesso em: 05 jul. 2012.






sexta-feira, 15 de junho de 2012

Glogster - Criando Cartazes Virtuais

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Prezi - Criando apresentações virtuais




segunda-feira, 16 de abril de 2012

Aluno do Século XXI

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Assinatura - Anistia Internacional

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ilha das Flores

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Depoimento Curto de Paulo Freire

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A máquina somos nós/A máquina usando nós

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mulheres na Artes Plásticas

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vídeo: Novo Sistema Operativo

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Blog: diário (de aprendizagem) na rede

O recurso tecnológico, bastante conhecido entre os internautas, pode servir para acompanhar e divulgar projetos em qualquer disciplina

Paola Gentile (pagentile@abril.com.br)

Trocando mensagens pelo blog, como as mostradas acima, os alunos da 5ª série da Escola Municipal Professor Edilson Duarte, de Cabo Frio (RJ), estão documentando tudo o que aprendem sobre os ambientes naturais de sua cidade. Eles não são os únicos na escola a usar essa ferramenta. Seus colegas da 7ª série, depois de estudar o tropicalismo e a literatura de protesto dos anos 1960, fizeram poesias e as publicaram em uma página; a 8ª série está alimentando outro blog com informações sobre poluição das águas.

Como recurso de aprendizagem, o blog ainda é novidade, mas a linguagem é bem conhecida dos adolescentes, que o utilizam para publicar páginas pessoais, como os tradicionais diários. "É uma maneira diferente de divulgar projetos ou concluí-los, com a vantagem de permitir a interatividade", afirma Rosália Lacerda, coordenadora do Projeto Amora do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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29/04/2004 17:25
Olá, Galera!

Vamos conhecer um pouco mais da realidade ambiental de Cabo Frio. Vocês irão pesquisar em jornais, revistas, internet e poderão também entrevistar pessoas de órgãos ambientais sobre algumas questões relacionadas ao tema.
Professora Mírian (Geografia) (comentar mensagem)


03/05/2004 10:19

Estamos achando esse trabalho muito legal de fazer (...) Na quarta-feira vamos fazer um passeio, queremos que chegue logo, pois vamos ver o lixão, o mangue, as dunas, as restingas e o canal do Itajuru.
Alunos: André Filipe, Michael, Diego, Gabriele (comentar mensagem)


05/05/2004 16:52

O mangue está sendo destruído pelos lixos há muito tempo (...) O mangue é um berçário de várias espécies, muitas saem do mar aberto para desovar no ambiente calmo. (...) Vimos espécies em extinção como a garça rosa que é muito raro aparecer nesta estação.
Alunas: Juliana Sherman, Mayara Fernanda, Sabrina, Suellen (comentar mensagem)

Comentário enviado por: Pichulla

Pow, achei maneiro essa sua ideia de montar um blog com imagens de Cabo Frio, moro em Iguaba Grande, mais estou sempre ai em Cabo Frio e sei como anda a situação do Meio Ambiente (...)
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O dia-a-dia do projeto

Blog vem da abreviação de weblog: web (tecido, teia, também usada para designar o ambiente de internet) e log (diário de bordo). É uma ferramenta do mundo virtual que permite aos usuários colocar conteúdo na rede e interagir com outros internautas. Na sala de aula, serve para registrar os conhecimentos adquiridos pela turma durante os projetos de estudo, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons. Os professores acompanham e orientam as pesquisas: "Estou aprendendo junto com a turma a utilizar o blog", conta a professora de Geografia da Edilson Duarte, Mírian Coroados Santos Silva, que desenvolveu o trabalho sobre ambientes naturais.

A escola conta com um laboratório de informática com 12 computadores. Márcia Cristina Coelho de Almeida, coordenadora do laboratório, é especialista em uso da informática na educação e dá todo o suporte técnico, auxiliada por 15 monitores selecionados anualmente entre os alunos do colégio.

Ao montar um blog com os alunos, prepare-se para enfrentar um dilema: corrigir ou não a grafia das palavras. Quando começaram a se comunicar via internet, os adolescentes criaram um código bastante particular, caracterizado por abreviações (beleza é blz; por que, por quê, porque, porquê viram pq; tudo é td) e pela invenção de novas formas de escrever velhos termos (não é naum e falou é falow).

Mas, e na hora de escrever o resultado de pesquisa para um trabalho escolar, que linguagem usar? Por ser muito recente o uso do blog como ferramenta de aprendizagem, ainda não existe um parâmetro que sirva de referência. O linguísta Marcos Bagno lembra que o blog é fruto da cultura da internet e nasceu com os jovens: "Não é nesse meio que eles vão aprender ortografia e gramática. O espaço deve ser reservado para os adolescentes expressarem-se livremente", defende. Edivânia Bernardino, professora de Língua Portuguesa do Colégio Magister, em São Paulo, especialista em linguagem cibernética, acredita que se o texto publicado é um trabalho escolar ele exige formalidade e, portanto, deve seguir os padrões da norma culta: "Uma vez na rede, o conteúdo será acessado por diversos públicos e por isso precisa ser inteligível".

A professora de Língua Portuguesa Álfia Aparecida Botelho Nunes notou que os textos dos alunos melhoraram muito depois de o blog ser utilizado para documentar um projeto sobre transportes e locomoção no Jardim das Flores, bairro da zona sul da capital paulista, onde fica a Escola Municipal Pracinhas da FEB: "Ao saber que o trabalho seria lido por outras pessoas, eles tomaram mais cuidado com a forma e com o conteúdo, procurando deixar as ideias bem claras", observou.

Márcia Almeida, de Cabo Frio, resolveu o impasse combinando com os professores e com os estudantes que o texto da pesquisa deve estar corretamente digitado, sem "erros". Já as mensagens informais entre eles podem ser publicadas com as particularidades do texto cibernético. Assim fica td blz!

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Para criar um blog

É preciso apenas um computador com acesso à rede e um e-mail. Os sites que disponibilizam o serviço — muitos deles gratuitamente — ensinam o passo-a-passo (tutorial). Para alimentar a página, é necessário entrar no sistema de blog e ter a senha. Aos pais e amigos forneça somente o endereço para que possam ler e fazer comentários sem alterar o conteúdo. Márcia Almeida recomenda que os blocos de textos (posts) sejam gravados no Word e depois copiados no espaço de edição do blog, para evitar que o aluno perca o texto que está digitando se a página sair do ar.

Os provedores costumam deixar o blog no ar indefinidamente, desde que sejam abastecidos periodicamente (nos termos de uso esses prazos estão definidos), mas costumam fixar um limite de capacidade de armazenamento de dados. Textos coloridos e fotos grandes ocupam mais espaço. Um dos provedores de acesso gratuito aceita até 1 mega, ou 1000 kbites. Uma foto pequena e um texto de 10 linhas ocupam, cada um, cerca de 10 kbites. Portanto, a garotada pode escrever bastante.
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Quer saber mais?
Colégio Magister, Av. Nossa Senhora do Sabará, 1300, 04686-001, São Paulo, SP, tel. (11) 5633-4000
Escola Municipal Pracinhas da FEB, R. Antônio Raposa Barreto, 151, 04904-170, São Paulo, SP, tel. (11) 5514-3583
Escola Municipal Professor Edilson Duarte, R. Amélia Ferreira, s/n, 28910-440, Cabo Frio, RJ, tel. (22) 2644-6196, www.empedilsonduarte.hpg.ig.com.br
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 Fonte: Nova Escola

quinta-feira, 26 de março de 2009

Integração de tecnologias com as mídias digitais

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Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005
(Programa 1)


INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA


Maria Elisabette Brisola Brito Prado(1)


Atualmente, várias escolas públicas e privadas têm disponível o acesso às diversas mídias para serem inseridas no processo de ensino e aprendizagem. No entanto, diante deste novo cenário educacional, surge uma nova demanda para o professor: saber como usar pedagogicamente as mídias. Com isso, o professor que, confortavelmente, desenvolvia sua ação pedagógica tal como havia sido preparado durante a sua vida acadêmica e em sua experiência em sala de aula, se vê frente a uma situação que implica novas aprendizagens e mudanças na prática pedagógica.

De fato, o professor, durante anos, vem desenvolvendo sua prática pedagógica prioritariamente, dando aula, passando o conteúdo na lousa, corrigindo os exercícios e provas dos alunos. Mas este cenário começou (e continua) a ser alterado já faz algum tempo com a chegada de computadores, internet, vídeo, projetor, câmera, e outros recursos tecnológicos nas escolas. Novas propostas pedagógicas também vêm sendo disseminadas, enfatizando novas formas de ensinar, por meio do trabalho por projeto e da interdisciplinaridade, favorecendo o aprendizado contextualizado do aluno e a construção do conhecimento.

Para incorporar as novas formas de ensinar usando as mídias, é comum o professor desenvolver em sala de aula uma prática “tradicional”, ou seja, aquela consolidada com sua experiência profissional – transmitindo o conteúdo para os alunos – e, num outro momento, utilizando os recursos tecnológicos como um apêndice da aula. São procedimentos que revelam intenções e tentativas de integração de mídias na prática pedagógica. Revelam, também, um processo de transição entre a prática tradicional e as novas possibilidades de reconstruções. No entanto, neste processo de transição, pode ocorrer muito mais uma justaposição (ação ou efeito de justapor = pôr junto, aproximar) das mídias na prática pedagógica do que a integração.

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terça-feira, 24 de março de 2009

Mude

terça-feira, 24 de março de 2009

Vídeo - Uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica

terça-feira, 24 de março de 2009

Programa a ser desenvolvido

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- Tecnologia na sociedade, na vida e na escola

- Internet, hipertexto e hipermídia

- Prática pedagógica e mídias digitais

- Currículo, projetos e tecnologia